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sexta-feira, 12 de maio de 2017

Como Precificar um Projeto de Taxonomia

Existe um blog que eu sigo e compartilho o link na minha página chamado; Gestão Documental e do Conhecimento que fornece bons temas para discussão e pesquisa. Este que reproduzo aqui citando a fonte é muito interessante, por isso divido com vocês. Boa leitura!!


"O desenvolvimento de taxonomias corporativas ainda é muito tímido no Brasil. Apesar da ciência reconhecer este tipo de taxonomia como uma poderosa ferramenta para a gestão da informação, a literatura escassa e a pouca divulgação de cases nacionais, tornam este tipo de projeto praticamente um vôo cego.

A implantação de taxonomias corporativas apresenta um pouco de ciência, porém muito de arte. Definir o domínio do conhecimento a ser abrangido é a maior dificuldade para os gestores. Não podemos esquecer que uma questão importante é a granularidade, ou seja, qual o nível de especificidade que o projeto deseja chegar. Quanto mais profunda a taxonomia, mais trabalho para os usuários. Outra premissa fundamental é o tipo de tecnologia que suportará o projeto."


terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Arquivos da Ditadura - Brasília

Plano de atentado do Hezbollah em Brasília. Desconfiança do envolvimento de padres e bispos católicos com grupos armados. Investigações que levaram a dezenas de prisões de militantes de esquerda e de gente inocente em todo o Distrito Federal. Vidas de servidores públicos, políticos e empresários devassadas. Segredos de parte importante da história da capital e do país começam a ser desvendados. Muitos com enredos trágicos, que envolvem crimes comuns, como o consumo de drogas, a crimes praticados por agentes da ditadura.



Após meio século de sigilo, o Arquivo Público do DF (ArPDF) permitiu consultas ao acervo da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF). São quase 100 caixas de documentos com informações de 1963 a 1990, guardadas há mais de 50 anos. Muitos contêm o carimbo “Confidencial” e os timbres de diversos órgãos de repressão, incluindo o temido DOI-CODI. São registros das operações realizadas por agentes do regime comandado por generais, até então mantidos sob sigilo.


Fonte:Correio Braziliense

sábado, 10 de dezembro de 2016

Sistema de Informações do Arquivo Nacional – SIAN


O Sistema de Informações do Arquivo Nacional – SIAN é a principal base de dados da instituição e está dividida em dois módulos com naturezas distintas: Multinível - Descrição Multinível e MAPA - Memória da Administração Pública. No módulo Multinível, o consulente pode ter um panorama de todo o acervo custodiado pela instituição, além de se informar sobre bases específicas e outros instrumentos de pesquisa fora do sistema que podem auxiliá-lo em sua busca. Nesse módulo é possível observar desde a lista de instituições e pessoas (quase 900) cujos acervos estão no Arquivo Nacional, passando pela organização da documentação até o documento em si.

Nele é possível ainda localizar documentos por meio da “Pesquisa Livre”, que possibilita a busca de uma palavra em todos os campos da descrição, ou pela “Pesquisa Avançada”, quando o consulente pode restringir a sua busca por assunto, datas, local de produção, entre outros. Já o módulo MAPA informa sobre atos legais (entre leis, decretos e portarias) que criaram, extinguiram, transformaram, organizaram e reorganizaram a estrutura e o funcionamento de órgãos da administração central e da administração pública federal. Cobrindo o período entre os séculos XIX e XXI, o módulo MAPA pode servir, inclusive, na identificação de acervo mais pertinente a uma determinada pesquisa. Cabe ressaltar que ambos os módulos estão em constante alimentação e revisão.

COACE Coordenação-Geal de Acesso e Difusão Documental

Arquivo-Museu de Literatura Brasileira Recebe o Acervo Odylo Costa Filho

O Arquivo-Museu de Literatura Brasileira da Fundação Casa de Rui Barbosa receberá o acervo Odylo Costa Filho (14/12/1914 – 19/8/1989), no dia 14 de dezembro, data em que o jornalista, cronista, novelista e poeta completaria 102 anos. O acervo é composto, entre outros, por originais de livros e outros documentos literários e fotos. 




Para celebrar a doação, está programada uma tarde de eventos gratuitos na sala de cursos da Fundação:
16h – Exibição do filme “A faca e o rio”, do diretor holandês George Sluizer (Brasil, 1972, ficção, 96min) - Baseado no livro homônimo de Odylo Costa Filho;
18h - Abertura da exposição sobre o poeta;
18h30 – Mesa-redonda sobre a vida e obra de Odylo Costa Filho

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Acervo Online Oferece Fotos da História do Brasil em Alta Definição

São duas mil fotos digitalizadas, da Biblioteca Nacional e do Instituto Moreira Salles. As imagens têm uma riqueza de detalhes impressionante.

Momentos históricos do Brasil estão ao alcance de um clique. Agora a internet oferece um acervo de milhares de fotos com uma riqueza de detalhes impressionante.


Visite o site e veja o acervo de milhares de fotos históricas aqui:
http://brasilianafotografica.bn.br/

Duzentas mil imagens. Mas guardar o passado na gaveta é só metade da tarefa de preservar a memória do Brasil.

“O acervo só faz sentido se ele tiver na mão de quem tem interesse no acervo. Não adianta só guardar. Nós temos que guardar e dar a ver ao mesmo tempo”, diz Renato Lessa, presidente da Fundação Biblioteca Nacional.

O Portal Brasiliana Fotográfica é um passo gigante para libertar personagens históricos desses arquivos de aço. A autoridade do imperador diante da câmera impõe respeito na Biblioteca Nacional há 140 anos. Mas, durante muito tempo, contemplar estas imagens foi privilégio de quem podia ir até lá.

Hoje em dia, não é mais preciso usar luvas. Basta usar a curiosidade e a imaginação para viajar no tempo e encontrar novidades mesmo em tesouros tão antigos. São duas mil fotos digitalizadas, da Biblioteca Nacional e do Instituto Moreira Salles. Pela primeira vez, essas imagens estão na internet em alta definição e isso faz muita diferença.

Uma foto cheia de gente que parecia formiguinha ganha forma. A rua se revela e é possível até ler as placas. Num tempo em que a elegância era importada da França, barbeiro era ‘barbier’. O recurso do zoom revela muitas surpresas.
“Quando você amplifica um pouco você descobre que, em 1905, em Laranjeiras, no Rio de Janeiro, havia uma arena de touros. E havia. E de fato havia”, mostra Flávio Pinheiro, superintendente executivo do Instituto Moreira Salles.

Em São Paulo, descobrimos o destino do bonde que passa pela Rua São Bento: o bairro da Liberdade. O que era uma imagem congelada no tempo ganha vida. E a fronteira entre o passado e o presente desaparece. A charrete de antigamente é o taxi de hoje. O bonde virou ônibus, mas os brasileiros a caminho do trabalho são os de sempre.

Olhando assim tão de perto parece até que nós estamos dentro da foto. É mágica? É! Mas não tem truque. Basta olhar e viajar no tempo. Indo e voltando a gente percebe que o passado não é tão distante assim e que fica muito mais fácil entender o presente.

Uma espécie de flagrante jornalístico, um passeio pelo Rio do ex-presidente Rodrigues Alves. Em 1908, ficou registrado o orgulho de quem o levava e a curiosidade de quem conseguiu chegar bem perto.

Em 17 de maio de 1888, foi celebrada a missa campal da abolição da escravatura. Brancos e negros misturados na multidão, a poucos metros da expressão serena da Princesa Isabel.

Também é possível ver o escritor Machado de Assis. E atrás do altar, mãe e filha, sem querer, viraram personagens da história.

O melhor de enxergar o passado com tantos detalhes é notar muito mais semelhanças do que diferenças. Os brasileiros do passado tinham em comum com os de hoje o olhar. Um misto de curiosidade e esperança apontando para o futuro.

Fonte: G1 - Globo

 

terça-feira, 12 de julho de 2016

Acervo do DEOPS - SP


O Departamento Estadual de Ordem Política e Social de São Paulo (DEOPS-SP) foi criado em 1924, numa época de agitações políticas e crise social, para reprimir e previnir delitos considerados contra a ordem e a segurança do Estado. Até ser extinto em 4 de março de 1983, o DEOPS cresceu de uma simples delegacia até se tornar um dos departamentos mais temidos da polícia civil do Estado de São Paulo. A extinção do DEOPS ocorreu na esteira das eleições diretas para governador e o seu arquivo passou para a guarda da Polícia Federal. A impossibilidade de acesso a documentos que tratavam do desaparecimento e morte de vítimas da Ditadura Militar provocou um amplo debate, envolvendo diferentes setores da sociedade, que resultou na transferência dos arquivos do DEOPS para o Arquivo Público do Estado em 1991.
A vontade política somada à intensa participação da Comissão de Mortos e Desaparecidos Políticos, durante o processo de transferência do acervo do DEOPS, resultaram no livre acesso dos seus documentos ao público, a partir de 1994. O uso das informações de caráter pessoal ficou sob a responsabilidade dos consulentes, por meio da assinatura de um termo de responsabilidade, conforme estabelecido pela Resolução nº 38 de 27 de dezembro de 1994. Assim foi possível conciliar os princípios democráticos de direito à informação, assegurados pela Constituição de 1988, com o resguardo da privacidade e intimidade das pessoas, atendendo também à demanda de pesquisadores, professores, estudantes e jornalistas interessados por penetrar num período sombrio da história recente do nosso país.
O arquivo do DEOPS faz parte do acervo textual público e é formado por aproximadamente 3.5 milhões de documentos, 1.538.000 fichas, 149.917 prontuários e 9.141 “dossiês” de pessoas, partidos políticos, empresas e movimentos sociais de interesse dos órgãos de repressão. O acervo do DEOPS permanece sendo consultado através das fichas remissivas dos 36 fichários metálicos que vieram das suas delegacias especializadas. As fichas estão divididas em três arquivos: o Arquivo Geral, o Arquivo da Delegacia de Ordem Social e o Arquivo da Delegacia de Ordem Política.

Imigração em São Paulo



Deixo aqui o link para quem deseja obter informações sobre imigrantes no Estado de São Paulo através de seu Arquivo Público. Lá será possível orientar-se dos procedimentos para localização de listas de bordo, como também farto material para historiadores enriquecerem suas pesquisas.

Museu da Pessoa

Nas minhas "andanças" pelo universo internet, achei um site que tem uma proposta muito boa. Vocês podem até argumentar: "Rapaz, é um museu e você é um arquivista! Não é seu objeto de estudo!!". Eu já ouvi isso muitas vezes e faço uma pergunta: "Um arquivista não pode trabalhar ao lado de um museólogo? Não podemos auxiliar na organização de um acervo, sem interferir, apenas acrescentando valores ao trabalho realizado? Interdisciplinaridade, já ouviu algo nesse sentido?". Por isso divulgo aqui este trabalho, muito legal por sinal. Eu lhe convido a conhecê-lo melhor!!


O Museu da Pessoa é um museu virtual e colaborativo fundado em São Paulo no ano de 1991. Desde sua origem, tem como seu objetivo registrar, preservar e transformar em informação, histórias de vida de toda e qualquer pessoa da sociedade. Seu acervo conta atualmente com mais de 17 mil depoimentos em áudio, vídeo e texto e cerca de 60 mil fotos e documentos digitalizados.


O Museu da Pessoa acredita que valorizar a diversidade cultural e a história de cada pessoa como patrimônio da humanidade é contribuir para a construção de uma cultura de paz. 

quinta-feira, 30 de junho de 2016

Cartas de Oswaldo Cruz e Família Guardam Testemunhos Sobre a I Guerra na Europa

Passagens compradas com antecedência, hotéis reservados e malas feitas. Planejar uma viagem internacional com toda a antecedência que a prudência recomenda não garante imunidade a imprevistos. Ver-se de alguma forma sem dinheiro em um pais estrangeiro não é um contratempo difícil de se imaginar. Prever deparar-se com a eclosão do maior conflito bélico já visto no mundo, no entanto, já requer uma capacidade de imaginação bem mais aguçada. Quando cruzou o Atlântico rumo a Paris em junho de 1914, Oswaldo Cruz dificilmente imaginava que estaria prestes a viver esses dois episódios.

Acompanhado por dez familiares e parentes - incluindo a mulher, Emilia, a filha mais velha, Lizeta, com o marido, a sogra e os filhos Oswaldo Cruz Filho e Walter Oswaldo Cruz -, o cientista deixou o Rio de Janeiro com a missão de conduzir pesquisas em instituições europeias e ampliar o leque de cooperações estrangeiras do Instituto Oswaldo Cruz. “Ele chega a Paris, depara-se com um clima de pré-guerra e não consegue trocar dinheiro nos bancos. Ele já não tinha dinheiro para mais nada, o que o deixou preocupado”, afirma a pesquisadora Ana Luce Girão, da Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz).


quarta-feira, 22 de junho de 2016

Guia do Acervo do MEMORIAL do TRT-RS

Está disponível para download o Guia do Acervo do MEMORIAL do TRT-RS.
 
O Guia do Acervo é uma publicação digital do Memorial que contém a descrição da documentação encontrada no Acervo, a qual pode servir como fonte para pesquisas acadêmicas de temas relacionados ao mundo do Trabalho e à história da Justiça do Trabalho e do Direito do Trabalho no Brasil e no Rio Grande do Sul.
 
Para download do arquivo em formato pdf, acesse: http://www.trt4.jus.br/portal/portal/memorial  


sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Arquivo Nacional da Torre do Tombo - Portugal

Você sabia que um pedacinho da história do Brasil se encontra neste museu? Cartas náuticas, correspondências, decretos e muitos outros documentos referentes ao Brasil colônia são custodiados neste arquivo tão importante para nós brasileiros. Vários pesquisadores/historiadores recorrem à ele para um aprofundamento maior em suas pesquisas. O Arquivo Nacional da Torre do Tombo custodia um universo diversificado de patrimônio arquivístico, incluindo documentos originais desde o séc. IX até os dias de hoje, nos mais variados tipos de suporte, cumprindo a sua principal missão de salvaguarda, valorização e divulgação desse patrimônio.




Arquivo Nacional da Grã-Bretanha

Visite o Arquivo Nacional da Grã-Bretanha sem sair de casa, treine seu inglês e visualize um dos acervos mais importantes do planeta. Eu já naveguei pelo site e não é difícil, mostra uma organização muito boa e é muito rico de informações. Segundo a Wikipédia, o The National Archives - TNA, reivindica ter a maior coleção de arquivos do mundo, contendo mais de 1.000 anos da história britânica. Boa viagem!!